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Com participação ativa no cenário musical brasileiro, Paulinho Guitarra, atualmente, além de acompanhar Ed Motta na Tourne Chapter 9, trabalha em paralelo o lançamento do seu terceiro disco solo, “TRANS-SPACE”, lançado pelo próprio selo Very Cool Music, inteiramente autoral, com os temas: "Os Terráqueos não dão Moleza", com a participação especialissíma do solo de Serginho Trombone); "Tatoo Lost in Space", onde o Tatoo do título é o musico que fornece os arpejos do banjo; "Wes Fuckin' Mood"; "Sideral Ball" com Paulinho tocando o baixo; "Two People Walkin'"; "First Star, Last Wave", com a participação no lap steel de Ricardo Giesta; "Night and Day in Saturn", com o som de baixo de Juliano Candido e a condução da bateria de Roberto Alemão; a incrível faixa "The Chicken Pickin' Jazz Party", onde o próprio Paulinho explioca: "The Chicken Pickin Jazz Party" é a continuação de "A Vida Sexual Das Aranhas", do meu segundo disco, que conta sobre uma aranha que consegue escapar das garras da femea assassina depois de fazerem amor. Nessa nova musica ela, esbaforida após a fuga, passa sob uma cerca e vai cair. em um galinheiro cheio de pintinhos e galinhas animadas e famintas! E começa o novo episódio da saga da pobre aranha. Nessa musica eu duelo comigo mesmo no talk box!". O disco fecha com a faixa título, "Trans Space", que conta com a bateria do mestre Renato Massa Calmon duelando com o batera Roberto Alemão, detalhe: as duas baterias foram gravadas juntas, uma em frente á outra.
Paulinho Guitarra é músico instrumentista, compositor e produtor musical. Ajudou a escrever a história da música brasileira e tem registrado o seu nome ao lado de inúmeros artistas, intérpretes e compositores da Música Popular Brasileira, entre os quais: Ed Motta, Bebel Gilberto, Tim Maia, Sidney Magal, Cassiano, Hyldon, Marina Lima, Cláudio Zoli, Cazuza, Gerson King Combo, Cassiano, Sandra de Sá, Paula Lima, Carlos Dafé, Banda Black Rio, Leo Gandelman
e outros.
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Em 1991 gravou o primeiro disco solo “Paulinho Guitarra”, lançado pelo selo Niterói Discos, de composições próprias e com influências latinas e negróides. “Improvisador fluente que conhece o instrumento, Paulinho absorveu as linguagens do jazz, do blues e do pop contemporâneo” (José Domingos Raffaelli, Jornal O Globo, 15/03/1993), cujas raízes se fundamentam em Jimi Hendrix, Eric Clapton, Pat Martino, Wes Montgomery, Miles Davis e John Coltrane.
Vivenciou ativamente o período da invasão funk e soul na música brasileira, razão do “título” conferido pela revista Guitar Player (agosto de 1999): “criador da guitarra
funk brasileira”.
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Foi tocando com Tim Maia que começou a ouvir e tocar soul, funk e rythm'n blues. “O Tim me apresentou muito mais, quando trabalhei com ele de 71 a 77”, revela.

Gravou os dois volumes do disco Racional, Tim Maia, sendo co-autor da música “O Caminho do Bem”, incluída na trilha sonora do filme “Cidade de Deus”.
Durante os anos oitenta acompanhou em espetáculos e gravações a cantora Marina Lima (onde adquiriu a linguagem pop), e paralelamente tocava com a banda de Rock'n Roll fluminense “Alynaskyna”.
Começou a tocar profissionalmente aos doze anos, quando em 1967 formou o conjunto chamado "Os Adolescentes" que chegou a ser conhecido como um dos melhores conjuntos de baile do Estado do Rio. Foi quando conheceu Sérgio Senna, hoje seu sócio no estúdio de gravação no Rio de Janeiro, “Sérgio Senna/Paulinho Guitarra”.
“Apontado como um dos criadores da guitarra funk no Brasil, o guitarrista entrou para o cenário da música ainda nos anos 70, em uma banda de baile fluminense intitulada Os Adolescentes. Em seguida, tornou-se músico de apoio de Tim Maia, com que tocou durante sete anos – inclusive participando dos cultuados álbuns da série Tim Maia Racional, em 1975 e 1976, participando em co-autoria na música “O Caminho do Bem”, incluída na trilha sonora do filme “Cidade de Deus”.
Mais tarde, na década de 80, acompanhou Marina Lima, tocando em álbuns definitivos da cantora como Fullgás (1984) e Todas (1985). A primeira investida solo foi o disco em vinil Paulinho Guitarra, de 1991, que evidencia influências de Jimi Hendrix, Eric Clapton, Wes Montgomery, Miles Davis e Jonh Coltrane. O currículo inclui também participações e registros com Cláudio Zoli, Bebel Gilberto, Cazuza, Cassiano, Hyldon.
Desde 1994 efetivado na banda de Ed Motta, Paulinho acaba de lançar seu novo disco solo, The Very Very Cool Cool Band, recheado de temas instrumentais permeados de jazz, blues, rock, soul e funk ”.
(Luis Bissigo, Jornal Zero Hora, 24/03/2005, Porto Alegre, RS)
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“..Músico que faz parte da banda de Ed Motta e já tocou com Tim Maia e Cazuza, entre outros, Paulinho Guitarra mostra em seu segundo disco solo, "The Very Very Cool Cool Band" (selo Very Cool Music), que além do solista fluente é otimo compositor, em jazz, blues e rock originais. ”
(Além da Guitarra, Antônio Carlos Miguel, Discolândia, O Globo, 21/12/2004).
“..Pacote instrumental modernista. ..O laboratório da música instrumental não fecha na crise. Novos discos dos guitarristas .. Paulinho Guitarra (The very cool band, Very Cool Music), …. Músico que já tocou com Cazuza, Ed Motta, Marina Lima, Bebel Gilberto, Tim Maia e Paula Lima, Paulinho Guitarra, segundo a revista Guitar Player ''criador da guitarra funk brasileira'', avança nos afluentes do jazz & blues permeados pelo humor dos títulos e temas. São os casos de A vida sexual das aranhas, que evoca o estilo do trilheiro Henry Mancini, a chacoalhante Mulher esqueleto, num pique de guitarra surfista e Festa dos macacos numa linha boogie.”
(Tárik de Souza, Jornal do Brasil, 31/01/2005).
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